A vida é de um jeito passivo.
Ando perdida nas ruas desta cidade, ao encontro daquilo que já vivi.
Onde te encontras? Vagueio aqui, ali e mais em algum lugar.
Já vivi o teu amor em algum lugar...já vi pedaços de mim ali naquela esquina,
Onde não me quero recordar, onde e em que momentos me perdi, só mais uma vez.
já vivi a dor, a amargura...não deixes a minha vida aqui, não desta vez.
Deixa-me pertencer ainda mais, mais do que aquilo que já senti,
Mais do que aquilo que me mostras-te.
Deixa-me, deixa-nos...
Irei gelar o mar, pra chegar a ti.
E há jogos nos quais nem sempre ganho,
Vou avivar a vida nos momentos que vivemos,
Aí vou chamar o teu nome.
E vou sentir o teu calor, o teu aconchego,
E por onde fores, a vida do seu jeito passivo,
Vai-nos ver, e a chuva mostrará o teu rosto.
E nas vezes que eu chorar, vou-te abraçar,
E quando eu cair, como dá última vez,
Vou arder no meu mais pequeno ser.
E tu estarás lá, estarás como eu sempre quis.
é assim que nos lembro e é assim que nos vejo.
Heartless
6.19.2011 | Publicada por Helena Barreto à(s) 23:02 0 comentários
S2
Se tu sabes, eu sei.
Se tu amas, eu amo.
Se ontem fui eu,
Hoje és tu,
E amanhã seremos nós.
Não importa o tempo...
Continuaremos juntos.
Não importa o que faças,
Dá-me algo em que acredito.
Não importa o que faça,
Dar-te-ei algo em que acreditas.
Que tempo esperamos um pelo outro...
Não importa o que os outros digam,
Não importa quantos anos passarão,
A verdade reside em nós.
4.20.2011 | Publicada por Helena Barreto à(s) 21:03 0 comentários
Especial
E quando a chuva te cai no rosto,
Penso que tudo esta bem,
Porque estas aqui comigo.
E quando a manhã nasce,
Diria pra ficares aqui milhões de anos.
Trazes aquela paz,
Que faz viver...
Trazes o vento que muda tudo ao redor,
Trazes as asas que me fazem.
E quando a manhã nasce,
Ouço o bater,
Ouço que a miúda se turnou verdade,
Ouço que o miúdo turnou este mundo realidade.
As vezes o tempo leva-nos e faz-nos encontrar.
Somos o melhor que me lembro,
As vezes os dias passam e
gostaria de ter sempre alguém como tu!
4.04.2011 | Publicada por Helena Barreto à(s) 22:30 0 comentários
Dentro de mim
Pelo meio do que se chama
Máscara do destino.
Umas vezes malvada,
Umas vezes feroz,
Umas vezes bela e singela,
Quanto outras vezes sou
Apenas eu!
No teatro fui quem
nunca pensei ser.
A motivação pelo sentir
E o transmitir o que é sentido,
cresceu.
Descreta no meu ser
Observo o sentimento
Que é meu.
Escrevo o que o coração
Alma e mente
Me dizem.
Só para que o coração
Não sofra e não prenda
todo o envolver
E todos os momentos...
Apenas eu
Apenas amo
Apenas vivo.
(Helena Barreto)
Quero agradecer a todos os que me têem apoiado, e aturado as minhas pequenas loucuras. Para sempre estarão no meu coração, ADORO-VOS meus amigos. Agradeço-te a ti também Bruno Maia,pela criação deste blog e por tudo o que alguma vez vivemos, Obrigada