De que vale ser olhada?
De que vale receber algo que não desejo?
De que vale sentir a saudade?
Se isso já não faz sentido.
De que vale amar, se não é amado?
Os dias passam…
De que vale ser olhada?
Se não é deste que quero.
Que sabor tens neste momento?
Que loucuras serei capaz de fazer?
Que outras maneiras lutarei para te ter?
De que vale?
Gritei na noite ardente , que valia a pena o recomeço.
Gritei o que me lembrei de um dia termos prometido.
Agora atiro-me deste telhado,
Em que o luar um dia nos fez brilhar.
De que vale tudo isto?
Vale um amor vivido, inacabado.
Perdeste quem mais te amou,
Perdeste quem alguma vez te fez sentir único.
De que vale?
De que vale cada coração que se fez perder?
O meu, o teu…o nosso.
De que vale?
De que vale
1.23.2011 | Publicada por Helena Barreto à(s) 19:28 0 comentários
Do outro lado
A noite mostra-se tão clara,
Quando perto do teu coração...
A noite em que estou sentada,
Observando a noite, observando o movimento da noite.
Noites nas quais te vejo,
Vejo o teu jeito, mas que...
Saudade das noites nas quais sentia o calor do teu abraço,
Sentia o arrepio...
Arrepio-me na noite fria...
Na qual estou sentada na beira da estrada,
Guardando a noite segura para ti.
Como sinto...
Do outro lado não me vês,
Não vês quem sou.
Que anjo sou?
Do outro lado guardo o teu coração, protejo os teus dias.
À noite vejo o teu adormecer.
As estrelas cobrem-me o coração,
Aquecem-me com pequenas lembranças.
Do outro lado tento segurar a força para rir com a família,
Para chorar junto dela as perdas...
A noite torna-se clara...
Que sorrisos partilhamos junto das estrelas?
Que anjo sou?
Do outro lado da estrada,
Cheguei e sentei,
Sorri e lembrei,
Chorei e calei.
Que noites têm sido estas?
Que saudades guardas?
Que lembranças malditas.
A noite, do outro lado, estou para seguir, proteger...
Que anjo sou?
Vens ao encontro do que te motiva...
Amor, a noite chama-nos de demónios do amor...
Simplesmente amor
11.08.2010 | Publicada por Helena Barreto à(s) 19:05 0 comentários
Tanto tenho, tanto te amo
Oh fogo que arde dentro dos ventrículos,
Do sangue que corre,
Da ausência que a lua trás para mim.
Oh fogo que arde dentro da minha alma,
Se é que ela ainda existe...
Oh amor , grita para mim,
Essas palvras que tens no teu coração.
Grita as saudades...
Oh saudade que nos matas,
Oh orgulho amaldiçoado deixa-nos,
Mostra-nos onde nos encontrarmos.
Oh belo dia este que nos fazemos recordar.
Oh dia de inverno que chegas e mostras o calor do amor,
Que nem a chuva lava.
Oh chuva, nem ès capaz, não ès mais forte que o sentimento.
Oh chuva, nem as lágrimas conseguem...
Oh monólogo maldito do amor perdido.
Perdi-te?
Õh meu rapaz, nem o sol é capaz de te tirar essa força.
Oh que verdadeiro,
Oh quwe ciúme nos une, que sentimento este.
Oh vida parte e deixa-nos aos dois,
Deixa-nos amando cada pedaço.
Oh pedaço da vida que deixamos...
Oh amor , tanto tenho, tanto te amo.
10.23.2010 | Publicada por Helena Barreto à(s) 20:02 0 comentários
Dentro de mim
Pelo meio do que se chama
Máscara do destino.
Umas vezes malvada,
Umas vezes feroz,
Umas vezes bela e singela,
Quanto outras vezes sou
Apenas eu!
No teatro fui quem
nunca pensei ser.
A motivação pelo sentir
E o transmitir o que é sentido,
cresceu.
Descreta no meu ser
Observo o sentimento
Que é meu.
Escrevo o que o coração
Alma e mente
Me dizem.
Só para que o coração
Não sofra e não prenda
todo o envolver
E todos os momentos...
Apenas eu
Apenas amo
Apenas vivo.
(Helena Barreto)
Quero agradecer a todos os que me têem apoiado, e aturado as minhas pequenas loucuras. Para sempre estarão no meu coração, ADORO-VOS meus amigos. Agradeço-te a ti também Bruno Maia,pela criação deste blog e por tudo o que alguma vez vivemos, Obrigada