A noite mostra-se tão clara,
Quando perto do teu coração...
A noite em que estou sentada,
Observando a noite, observando o movimento da noite.
Noites nas quais te vejo,
Vejo o teu jeito, mas que...
Saudade das noites nas quais sentia o calor do teu abraço,
Sentia o arrepio...
Arrepio-me na noite fria...
Na qual estou sentada na beira da estrada,
Guardando a noite segura para ti.
Como sinto...
Do outro lado não me vês,
Não vês quem sou.
Que anjo sou?
Do outro lado guardo o teu coração, protejo os teus dias.
À noite vejo o teu adormecer.
As estrelas cobrem-me o coração,
Aquecem-me com pequenas lembranças.
Do outro lado tento segurar a força para rir com a família,
Para chorar junto dela as perdas...
A noite torna-se clara...
Que sorrisos partilhamos junto das estrelas?
Que anjo sou?
Do outro lado da estrada,
Cheguei e sentei,
Sorri e lembrei,
Chorei e calei.
Que noites têm sido estas?
Que saudades guardas?
Que lembranças malditas.
A noite, do outro lado, estou para seguir, proteger...
Que anjo sou?
Vens ao encontro do que te motiva...
Amor, a noite chama-nos de demónios do amor...
Simplesmente amor
Do outro lado
11.08.2010 | Publicada por Helena Barreto à(s) 19:05 0 comentários
Tanto tenho, tanto te amo
Oh fogo que arde dentro dos ventrículos,
Do sangue que corre,
Da ausência que a lua trás para mim.
Oh fogo que arde dentro da minha alma,
Se é que ela ainda existe...
Oh amor , grita para mim,
Essas palvras que tens no teu coração.
Grita as saudades...
Oh saudade que nos matas,
Oh orgulho amaldiçoado deixa-nos,
Mostra-nos onde nos encontrarmos.
Oh belo dia este que nos fazemos recordar.
Oh dia de inverno que chegas e mostras o calor do amor,
Que nem a chuva lava.
Oh chuva, nem ès capaz, não ès mais forte que o sentimento.
Oh chuva, nem as lágrimas conseguem...
Oh monólogo maldito do amor perdido.
Perdi-te?
Õh meu rapaz, nem o sol é capaz de te tirar essa força.
Oh que verdadeiro,
Oh quwe ciúme nos une, que sentimento este.
Oh vida parte e deixa-nos aos dois,
Deixa-nos amando cada pedaço.
Oh pedaço da vida que deixamos...
Oh amor , tanto tenho, tanto te amo.
10.23.2010 | Publicada por Helena Barreto à(s) 20:02 0 comentários
Voltaremos
Perdes-te o valor da razão, que mentiras foram ditas?
Que razões foram faladas?
Que valores são esses em que acreditas, neste momento.
Perdido de tudo o que alguma vez foi, será um dia o teu dia?
Nunca saberás o que é sentir, nós sentimos...
Nunca saberás dizer que é amor.
Amor foi tudo o que vivemos e ainda sentimos.
Que sentimento de saudade é este?
Que sentimento é este, que chama por nós.
Mas que vidas são as nossas, que vidas?
Desencontrados? Sim, andamos perdidos...
Os erros esses vão-nos mostrar muitos caminhos,
Que caminho o nosso...
És tu para mim como eu para ti...
Voltaremos a nos encontrar.
10.16.2010 | Publicada por Helena Barreto à(s) 13:37 0 comentários
Dentro de mim
Pelo meio do que se chama
Máscara do destino.
Umas vezes malvada,
Umas vezes feroz,
Umas vezes bela e singela,
Quanto outras vezes sou
Apenas eu!
No teatro fui quem
nunca pensei ser.
A motivação pelo sentir
E o transmitir o que é sentido,
cresceu.
Descreta no meu ser
Observo o sentimento
Que é meu.
Escrevo o que o coração
Alma e mente
Me dizem.
Só para que o coração
Não sofra e não prenda
todo o envolver
E todos os momentos...
Apenas eu
Apenas amo
Apenas vivo.
(Helena Barreto)
Quero agradecer a todos os que me têem apoiado, e aturado as minhas pequenas loucuras. Para sempre estarão no meu coração, ADORO-VOS meus amigos. Agradeço-te a ti também Bruno Maia,pela criação deste blog e por tudo o que alguma vez vivemos, Obrigada