Os dias vivem-se preenchidos sem ti.
O luar range de dor,
Do que adianta fugir?
De frente para mim,
Nunca entenderás…
O meu olhar falou.
Soubeste ler os meus olhos?
Soubeste alguma vez que o que me
Matou não foste tu?
Soubeste algum dia ver mais do que um simples corpo?
Vivo preenchida sem ti,
Vivo hoje como luz de um jardim.
Vejo quem vem e vai.
Duvidei se te abraçaria, se dançaria, ria ou sentia
Mais alguma parte de ti.
Tentei não ser uma sombra,
Tentei seguir e fazer de mim…
Fazer de mim humana.
E não sei se voltarei,
Se voltarei para aquele luar que algum dia,
Algum dia estivemos presentes.
Agora mais luares virão,
Preenchidos de mim.
Preenchidos de sonhos e encantos,
Espero pelo dia em que não fugiras de mim,
Encanto que foste na minha vida…
Sem ti
2.12.2011 | Publicada por Helena Barreto à(s) 17:03 0 comentários
Herói
Há questões para as quais ainda não tenho respostas.
Vieste no teu leve caminhar.
Olhei e percebi,
Que o meu coração falava
O que estou a viver?
Que herói foste na minha vida?
Há quanto tempo nos conhecemos?
Em que vida já nos encontramos?
Entre tudo ou nada,
Nada sei dizer.
Que herói foste na minha vida?
De que tormentos me salvaste?
Que mais nenhum coração sofra,
Nenhum coração saberá o que nos uniu .
Herói, sem nome, sem profecia, sem espada.
Distante, longe de tudo, que o teu coração
Sinta o baque do 1º encontro.
Sinta que na caixa de música,
Dançamos os dois esta valsa.
Que um não dança sem o outro,
Sente, respira apenas só que este nobre coração deixa voar.
Há questões para as quais ainda não tenho respostas.
Que herói foste na minha vida?
Foste o amor da vida que não foi completo.
2.07.2011 | Publicada por Helena Barreto à(s) 22:54 0 comentários
De que vale
De que vale ser olhada?
De que vale receber algo que não desejo?
De que vale sentir a saudade?
Se isso já não faz sentido.
De que vale amar, se não é amado?
Os dias passam…
De que vale ser olhada?
Se não é deste que quero.
Que sabor tens neste momento?
Que loucuras serei capaz de fazer?
Que outras maneiras lutarei para te ter?
De que vale?
Gritei na noite ardente , que valia a pena o recomeço.
Gritei o que me lembrei de um dia termos prometido.
Agora atiro-me deste telhado,
Em que o luar um dia nos fez brilhar.
De que vale tudo isto?
Vale um amor vivido, inacabado.
Perdeste quem mais te amou,
Perdeste quem alguma vez te fez sentir único.
De que vale?
De que vale cada coração que se fez perder?
O meu, o teu…o nosso.
De que vale?
1.23.2011 | Publicada por Helena Barreto à(s) 19:28 0 comentários
Dentro de mim
Pelo meio do que se chama
Máscara do destino.
Umas vezes malvada,
Umas vezes feroz,
Umas vezes bela e singela,
Quanto outras vezes sou
Apenas eu!
No teatro fui quem
nunca pensei ser.
A motivação pelo sentir
E o transmitir o que é sentido,
cresceu.
Descreta no meu ser
Observo o sentimento
Que é meu.
Escrevo o que o coração
Alma e mente
Me dizem.
Só para que o coração
Não sofra e não prenda
todo o envolver
E todos os momentos...
Apenas eu
Apenas amo
Apenas vivo.
(Helena Barreto)
Quero agradecer a todos os que me têem apoiado, e aturado as minhas pequenas loucuras. Para sempre estarão no meu coração, ADORO-VOS meus amigos. Agradeço-te a ti também Bruno Maia,pela criação deste blog e por tudo o que alguma vez vivemos, Obrigada